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Cem anos de imigração bessarabiana No Brasil -

uma história pouco conhecida

 

Veja como foi o evento no Memorial do Imigrante

homenageando em 2023 os mortos de maneira trágica numa pequena ilha pertencente ao município de Ubatuba, no litoral paulista. Isso ocorreu há 100 e demonstra como foi difícil os primeiros tempos dos imigrantes no Brasil.

Homenagem em 2023 aos mortos de maneira trágica numa pequena ilha pertencente ao município de Ubatuba, no litoral paulista. Este fato ocorreu há 100 anos e demonstra como foi difícil os primeiros tempos dos imigrantes no Brasil.

"Nos tempos no Brasil", apresentados por Neide de Souza Praça, contam a história dos imigrantes Bessarabianos Búlgaros e Gagaúzos na aventura de buscar um novo mundo na desconhecida América durante o século XX e descobrem um Brasil diferente do Brasil oferecido.

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Veja mais em: Associação Cultural Povo Búlgaro, no Youtube

É com alegria que convidamos você para este momento especial: o Centenário da imigração dos bessarabianos búlgaros e gagaúzes no Brasil.

Os lugares para a cerimônia já estão preenchidos, mas o evento segue aberto ao público. Teremos a exposição Mundo em Movimento, transmissão ao vivo da cerimônia nas dependências do Museu da Imigração e das apresentações musicais em telão, além de barracas com comidas e bebidas típicas.

Será um dia de celebração da cultura bessarabiana, de encontro entre passado e presente e de fortalecimento do elo comunitário – o que nos permitiu atravessar um século em solo brasileiro.

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Este é um convite aberto a todas as pessoas que queiram conhecer nossa história, nossa cultura e celebrar a diversidade brasileira.

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Participe!

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Museu da Imigração

dia 25 de abril às 14h

Endereço: R. Visc. de Parnaíba, 1316 - Mooca, São Paulo

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Esta obra é parte das comemorações do Centenário da Imigração Bessarabiana de búlgaros e gagaúzes, no Brasil. Trata do processo migratório de búlgaros e gagaúzes, que partiram da Bulgária, onde viviam subjugados pelo Império Otomano, em direção à Província da Bessarábia, no extremo oeste da Rússia, onde formaram povoamentos, os quais, em 1918, passaram ao domínio romeno. Em 1926, pressões econômicas, climáticas e políticas motivaram parte da população a emigrar maciçamente da Bessarábia ao Brasil. Após a travessia transoceânica, a busca por melhores condições de vida determinou deslocamentos entre os meios rural e urbano até a fixação familiar, em sua maioria, nas cidades. Merece destaque o isolamento involuntário de famílias de imigrantes, na Ilha dos Porcos. A invisibilidade dos imigrantes e seus descendentes, quer no meio social quer pelas autoridades de imigração, permeia a narrativa. Ainda assim, formaram colônias agrícolas no interior do estado em associação com conterrâneos, e, já no meio urbano, criaram uma associação onde pudessem se encontrar e preservar tradições e cultura. A identificação de 1956 nomes de famílias de imigrantes, em grafia original ou modificada, demonstra a abrangência da imigração bessarabiana búlgara e gagaúze no Brasil. Cabe destaque, ainda, à produção artística e científica de imigrantes e descendentes, que desenvolveram e publicaram trabalhos acadêmicos e ou livros e outras produções em variadas áreas.

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Este livro integra as celebrações dos 100 anos da imigração dos Bessarabianos Búlgaros e Gagaúzes

no Brasil.

Reúne música, nove poemas, uma síntese histórica e joias comemorativas, expressões diversas nascidas de um mesmo chamamento coletivo, como gestos de memória, pertencimento e continuidade.

As vozes aqui reunidas atravessam gerações, trazendo marcas de travessia, trabalho, silênccio e reinvenção. As joias se somam a essas vozes, oferecendo à memória uma forma, um peso, uma permanência.

 

Ao longo destas páginas, palavras e joia constroem, juntas, um território simbólico.  Um espaço onde

raízes se reconhecem mesmo após longas travessias, onde o passado não é fixo, nem distante, mas vivo, transmitido em gestos, imagens, formas, sabores, músicas, nomes e afetos.

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Este livro é dedicado aos que partiram, aos que ficaram e aos que hoje, ousam lembrar.

​Por Eduardo Roscov

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